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domingo, 18 de dezembro de 2011

Canção do Sonho Acabado

Já tive a rosa do amor
- rubra rosa, sem pudor.
Cobicei, cheirei, colhi.
Mas ela despetalou
E outra igual, nunca mais vi.
Já vivi mil aventuras,
Me embriaguei de alegria!
Mas os risos da ventura,
No limiar da loucura,
Se tornaram fantasia...
Já almejei felicidade,
Mãos dadas, fraternidade,
Um ideal sem fronteiras
- utopia! Voou ligeira,
Nas asas da liberdade.
Desejei viver. Demais!
Segurar a juventude,
Prender o tempo na mão,
Plantar o lírio da paz!
Mas nem mesmo isto eu pude:
Tentei, porém nada fiz...
Muito, da vida, eu já quis.
Já quis... mas não quero mais...


Cecilia Meireles

terça-feira, 22 de novembro de 2011

OS OLHOS QUE FITEI


Os olhos que fitei
Foram tantos que nem sei!
Vou tentar descrever,
Aqueles de que lembrei

Castanhos e tímidos,
Foi o de um amor inocente
acontecidos na escola
Entre dois adolescentes

Profundeza e perspicácia,
Em um namoro sem emoção
Nos olhos graúdos de um rapaz
Alegre e brincalhão

Olhos negros sensuais,
De uma firmeza fatal
Primeiro grande amor
Inesquecível oriental

Olhos azuis como o oceano
De um "Dom Juam" sem coração
Destruiu a pureza e inocência
Causando minha primeira desilusão

Olhos verdes com intensidade
Eram de um rapaz de bom coração
Tive seu amor de verdade
Foi por outro que o deixei
Uma estupidez a minha maldade

Pelos profundos olhos castanhos,
Aconteceu a paixão arrebatadora
Levando-me ao céu
Deixando-me hoje sozinha
Saboreando o gosto amargo do fel.

Janett Morais

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O amor acabou...
Vou me fazer o favor
De esquecer quem eu fui
Para viver quem eu sou.

Hoje sozinha
De coração livre...
Braços abertos
Para um novo amor

Que sei vai chegar,
Saber me tocar...
Compreender minha alma
Feita para amar.

Vai saber entender
O meu jeito de ser,
Sem criticar meus defeitos,
Minhas qualidades merecer

Me amar de verdade,
E poder reacender,
O fogo da paixão
Que um dia deixei morrer.

Janett Morais

10/11/2011



segunda-feira, 24 de outubro de 2011



Retrato

"Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?"

Cecília Meireles

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Dá-me a tua mão desconhecida, que a vida está me doendo, e não sei como falar - a realidade é delicada demais, só a realidade é delicada, minha irrealidade e minha imaginação são mais pesadas.

(Trecho do livro A paixão segundo GH) Clarice Lispector

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Deu-me Deus o seu gladio, porque eu faça
A sua santa guerra.
Sagrou-me seu em honra e em desgraça,
ás horas em que um frio vento passa
Por sobre a fria terra.

Pos-me as mãos sobre ombros e doirou-me
A fronte com o olhar;
E esta febre de Além, que me consome,
E este querer grandeza são seu nome
Dentro em mim a vibrar.

E eu vou, e a luz do gladio erguido dá
Em minha face calma.
Cheio de Deus, não temo o que virá,
pois, venha o que vier, nunca será
Maior do que a minha alma.

Fernando Pessoa

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Coração magoado


Estou entorpecida
procurando entender,
onde ficou a história
do que vivi até agora.

Sufocando uma  dor
que parece não ter fim,
sei que ela vai passar
na vida, tudo é assim...

Muitas pessoas passam,
levando com elas a paixão
e o sentimento de amor
que parecia a razão,

de segurar uma união instável 
muitas vezes exótica
que para um não passou,
de uma relação simbiótica.


Novos amores acontecem
histórias se repetem!
Promessas novas surgem
até surgir a primeira nuvem.

Quem sabe!
Estou escrevendo besteira,
mas a dor que sinto agora,
não é brincadeira.

Sei que ela vai passar
novamente irei sonhar.
Acreditar que: só eu
poderei saber um dia me amar...

Janett Morais

12/10/2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011


Estou fora do ar,
buscando uma nova história
para me inspirar.

Breve voltarei!
Deixa eu curar esta dor
que estar a me matar.

tenho um coração maduro
que preciso congelar
para não apodrecer
antes de voltar novamente a amar.

Janett Morais

domingo, 25 de setembro de 2011

A lua e as Nuvens.



As nuvens brigam
tentando encobrir
a beleza da lua
que está á surgir...

Nesta junção incandescente,
criam imagens disforme e,
transparentes,
as vezes em forma de anjos
outras em forma de serpentes.

Vitoriosa na luta
a lua surge autentica
brilhante e soberana
desfazendo as imagens
loucas e insanas.

Numa explosão de beleza
ela se deixa admirar!
Sem um resquício de nuvens
que venha lhe ofuscar!

E então... Todos os astros do sistema solar
se curvam para lhe reverenciar.

Janett Morais

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O Trauma de Anita ( Conto )


O dia amanheceu abafado, causando mal estar já nas primeiras horas da manhã daquele sábado. Não tinha previsões de chuva. Embora estivesse um dia estranho, com uma forte neblina que ofuscava o brilho do sol.
Anita espreguiçou-se na cama, e através da janela aberta propositalmente por sua mãe para acorda-la, ela observou o tempo esquisito, e pensou:
Hum... Acho que não vai dar praia...

Pulou da cama, e enrolando-se em uma toalha saiu do quarto com a escova de dentes na mão, em direção ao banheiro que ficava no quintal. Ela andava preguiçosamente, remoendo o mal humor que era acometida todos os dias pela manhã quando tinha que ir para o tosco banheiro no meio do tempo.
Ela pensava:
Um dia terei uma casa com banheiro igual ao de Arlene... ― e a imagem se formava na sua mente. Em vez daquele rustico cercado de madeira, teria paredes de concreto, coberta com lage e um bom chuveiro despejando água bem forte no seu corpo.
Saiu a contra gosto do seu devaneio ao sentir o jato d'água gelada saindo do cano branco encardido, e ao levantar o rosto para o céu voltou a pensar em Arlene. As duas haviam programado ir a praia tomar banho de mar. Mas, será que aquela doida viria mesmo? Estava um dia tão estranho. Ela pensou balançando a cabeça com ar de dúvida.
Terminou o banho e entrou em casa pela cozinha com os cabelos pingando água. Esbarrou na mãe, que logo reclamou do rastro de respingos de água no piso de cimento. Ela entrou no quarto e a mãe seguiu atrás falando ― Anita! Você aqueta o facho dentro de casa hoje, que o tempo tá muito feio.
Ah mãe... Marquei de tomar banho de mar com Arlene.
Só se fizer sol, pois com chuva você não vai.
Anita fez um muxoxo com a boca, e foi se vestir. Colocou um biquine, vestiu um short com uma camiseta e se dirigiu a cozinha para tomar café.
A briga do sol com aquela especie de neblina que lhe ofuscava, pareceu vencer, pois o tempo clareou.
Ta vendo mãe, o sol tá aparecendo – e com um sorriso de satisfação, ela viu a mãe olhar para o céu e falar:
É, parece que vai abrir o tempo.
Anita estava feliz, queria ir tomar um bronze com a amiga, estava terminado o café quando ela chegou, foi logo falando
Anita, eu tava rezando pra o tempo ficar bom, sabia que sua mãe não ia deixar você ir se chovesse.
Anita sorriu e respondeu – pelo gosto dela, marcou chuva, ninguém sai de casa.

As duas saíram, e ao passar ouviam os suspiros dos rapazes e sentiam a inveja das meninas. Arlene era muito alta para seus 17 anos. Os cabelos negros de um liso pesado que lhe dava uma beleza selvagem de índia, tinha um rosto arredondado marcado pelos belos olhos negros e graúdos. Sabia que era bonita, e esnobava, usando roupas chamativas que realçava a sua estonteante beleza que era o oposto da beleza de Anita, tão alta quanto a amiga, ela tinha cabelos ruivos e olhos verdes, era bastante madura para os seus 16 anos.

Apesar do tempo instável, o mar estava lindo, com suas águas refletindo os reflexos do sol, que parecia um espelho.
As duas entraram no mar e se deliciaram por um bom tempo. Quando sentiram o sol esfriar de repente, saíram da agua e foram deitar na areia. Em segundos, o céu tornou-se escuro como carvão. Anita lembrou das palavras da mãe e falou – vamos embora Arlene, pois acho que é bem capaz de cair chuva.
ah... Anita, vai dizer que você tem medo de chuva também? Vamos esperar, é só uma nuvem...
Para agradar a amiga ela continuou deitada, mas não demorou muito e ouviram o ronco de uma trovoada. Anita levantou-se de um pulo e falou ― vamos embora!
A contra gosto Arlene se levantou, sacudiu a areia e acompanhou a amiga que andava a passos largos.
Notando a cara feia de Arlene, ela falou ― agente toma banho e fica la em casa, tenho uns gibis legais que comprei, e se a chuva passar agente vai pra praça de tardinha.
Já estava caindo grossos pingos de chuva quando elas entraram em casa, do quarto a mãe de Anita falou ― vocês estão doidas, vão logo tirar estas roupas molhadas, pois vai cair um aguaceiro.
Com um risinho de gozação Arlene falou ― vou lá fora tomar um banho pra tirar esta areia.
Você ta doida Arlene, agora não! Deixa passar a chuva. Anita falou para ela com a voz tremula, pois acabara de ver um forte relâmpago rasgar o céu.
Sorrindo Arlene falou ― deixa de bobagem Anita. E saindo para os fundo da casa ela disse: - então fica ai cheia de areia.
Anita entrou no seu quarto que já estava de janela fechada cheia de panos nas frestas para não passar claridade. Sentou na cama e ficou pensando como a sua amiga era maluca. De repente, ela viu um fortíssimo clarão seguindo de um forte estrondo que abalou as paredes da casa. Tremendo, ela correu para o quarto onde já estavam sua mãe e seus irmãos rezando.
Não chegou a sentar e viu outro clarão com um estrondo demorado, parecendo que o mundo viria abaixo.
Pouco depois ouviram os gritos aterrorizantes de um vizinho.
Sem ação e sentindo o sangue gelar nas veias, Anita pensou na amiga que não entrara para dentro de casa.
Esquecendo dos clarões e da trovoada, ela saiu correndo para a cozinha e da porta pensou em chama-la, mas a cena que viu lhe paralisou por alguns minutos. Sua voz saiu fraca, quase muda ― Meu Deus! Arlene, nãaao!!
Sua mãe, ao perceber que havia algo de errado, veio correndo em seu auxílio a tempo de lhe receber nos braços na hora exata em que ela desmaiava.
Gritou por socorro, mas ao olhar para o fundo da casa, os olhos arregalaram de pavor.
Os vizinhos entraram para acudir as duas e puderam observar a grotesca cena de um corpo totalmente carbonizado e encolhido nada restando da bela Arlene.

O tempo passou e Anita nunca pode esquecer aquele triste episódio da sua vida. Casou-se e teve filhos, e para eles passou o seu trauma de medo da chuva.

Janett Morais

sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha

Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu...

Cecília Meireles

Tédio



Estou sentindo um grande vazio
com um fundo de tristeza
um coração dividido
por muitas incertezas.

Já não me conheço
pareço um boneco sem vontade,
deixando a vida passar
perdendo a liberdade.

Mergulho no ostracismo
para todos sou ausente,
nem das lembranças me alimento,
solidão é o meu atual presente

Os meus “hobbes” preferidos
já não me encantam tanto,
deixando-me com tempo livre
para alimentar o meu pranto.

Sou como uma flor murcha
sugada pelo breve tempo
de uma etapa admirada,
para logo ser descartada
e jogada ao vento.

Janett Morais


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Esperando a Primavera


Espero por ti primavera!
Conto os dias para ti ver chegar,
numa ânsia ardente de sair
deste rigoroso inverno
que, de frio me faz enrugar.

Espero por ti primavera!
Para livremente poder andar 
galopando de encontro ao vento,
com os cabelos a esvoaçar
sentindo a brisa fresca na pele
suavemente a me acariciar

há! Primavera, quando tu chegares,
saltitarei alegremente a sorrir,
em praças e jardins, irei bailar
e junto com as flores irei florir.

Quero ouvir o canto dos pássaros,
nas asas da imaginação vou viajar
acima das nuvens branquinhas,
podendo admirar
a luminosidade do sol,
na terra a se espalhar...

Janett Morais



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Obras Inconclusas


Famigerada vontade,
sem perspectivas só faz alarde,
ficando no caminho a desejar
um dia poder concretizar.

Vivendo numa revolta sem medidas
por obras e idéias iniciadas,
e não concluídas.

Famigerada vontade
leva tua força inicial,
ao topo de uma concretização
que chegue até o final.

Se realize enfim,
pela lei natural que diz
tudo na vida deve ter
principio, meio e fim...

Janett Morais

Frase

O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas imcomparáveis.


Fernando Pessoa







segunda-feira, 12 de setembro de 2011


UMA VIDA SEM AMOR

Viver sem amor!
É sentir o coração secar,
ver sua luz apagar
deixar a pele enrugar.

Viver sem amor!
É se deixar engordar,
a vaidade inibir
a libido sumir.

Viver sem amor!
É parar no tempo
como o barco sem remo
nas aguas a derivar.

Viver sem amor!
É deixar de salivar
é não sentir o sabor
de um doce beijar.

Viver sem amor!
É perambular
em noites insone
sem ter o que sonhar.


Viver sem amor!
É esquecer a matemática
de contar as estrelas
e admirar o luar.

Viver sem amor!
É perder a vontade
de se ver no espelho
com os olhos a brilhar.

Viver sem amor!
É sentir um vazio
um oco no estomago
sempre a roncar.

Viver sem amor!
É passar as horas
vendo a vida ir embora
sem o prazer de amar...

Janett Morais

terça-feira, 6 de setembro de 2011


Editorial Clube de Autores



Posted: 05 Sep 2011 05:00 AM PDT
De hoje, dia 5, até a quarta, dia 7, o Clube de Autores comemora a independência do Brasil com uma nova promoção!
Todos os impressos estarão com desconto de até 20%, com as seguintes regras (como de praxe):
1) Todas as obras impressas publicadas no Clube já estão incluídas na promoção;
2) Os descontos variam de acordo com a paginação de cada obra (sendo, portanto, diferente para cada uma);
3) Os descontos não abrangem os direitos autorais. Ou seja: independentemente do montante cortado no preço, os direitos autorais permanecem rigorosamente os mesmos e os autores não serão prejudicados em nenhum aspecto. Caso queiram ampliar as quedas de preço no período mexendo nos direitos autorais, os próprios autores deverão fazê-lo indo a Meu Espaço > Livros Publicados, clicando em “gerenciar” e em “editar direito autoral”.
4) O desconto durará até o final da quarta.
A todos os autores, desejamos boas vendas e um feriado repleto de letras

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

versos



Te conheci no outono
na primavera te namorei
te amei no verão

Mas, no frio do inverno
quando te procurei
só encontrei a solidão,,,

Janett Morais

Hoje, é o Meu Futuro


Um doce sorriso, me levou a pensar.
puro e sincero
ele me fez imaginar
que o caminho a onde quero estar,
será ladeado de flores a perfumar o ar.
Ar que estarei a respirar,
embevecida pela fragrância a exalar.
Hoje olho a vida,
com o olhar da esperança,
mas, com a mente aberta, para
viver a vida,
o que viverei no tempo presente
o passado não é palpável nem tem forma
o futuro é o agora.

                                                        Janett Morais

domingo, 28 de agosto de 2011

O Quadro Vermelho do Meu Quarto


Olho na direção
de corpos nus, e inversos.
Rostos sem traços
envolvidos nas cores da paixão.
Inertes, sem expressão,
sem sinal de batidas do coração.
Nela vejo os seios rijos
pela frieza de uma imagem sem vida.
Braços apoiados em uma nuca
sem resposta ao toque do que
parecia carinho.
Simbolo de um amor inexpressível.

Quando interpreto por outro anglo
a vejo desfalecida, pela intensidade
de um grande momento de amor.
Ela sem ver, enxerga um rosto sem feição.
Sem ouvidos ,escuta as batidas de um coração
acelerado e, palpitante.
Os braços erguidos a descansar
na nunca daquele que também
parece estar à amar.
Dois corpos nus entrelaçados
entre as cores da paixão,
saindo da imaginação de uma artista
a se inspirar em uma história de amor
que a si parecia que, iria  eternizar.

                                 Janett Morais

Frase

 Bom mesmo é ir a luta com determinação , abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Pois o triunfo pertence a quem se atreve.

                                                           "Charles Chaplin"




sexta-feira, 12 de agosto de 2011

XXXIV Concurso Internacional Literário

Até : 15/09/2011
Aceita-se obras em Português, Espanhol, Inglês, Francês e Italiano
Fecha: 15/09/2011
Se aceptan trabajos en portugués, español, Inglés, Francés e Italiano
Ends: 15/09/2011
It is accepted works in Portuguese, Spanish, English, French and Italian
Fin: 15/09/2011
Il est admis œuvres en portugais, espagnol, anglais, français et italien
Scadenza: 15/09/2011
Il lavoro è accolto in portoghese, spagnolo, inglese, francese e italiano

A Edições AG convida escritores e poetas a participarem do XXXIV Concurso Internacional Literário.

Os autores que tiverem seus trabalhos selecionados serão convidados a participar da edição do livro 
"Liberdade" na Categoria de texto em que melhor se classificarem, e em regime de cotização de exemplares. Caso os autores queiram, podem utilizar o título do livro - "Liberdade"- como tema norteador de seus textos.


Observem os endereços abaixo onde obter informações.

 Telefone para contato: (0xx11) 2649-8351 (falar com Arnaldo - período da manhã)
         http://www.giraldo.org
        www.editoraag.blogspot.com 
         agiraldo@uol.com.br   

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


Nossos atos viajam conosco lado a lado pela vida afora nos cobrando. Como diz o próprio livro “ Não é verdade que podemos enterrar o passado, de um jeito ou de outro ele sempre consegue escapar”

O Caçador de Pipas, é um livro emocionante que narra a história de dois amigos inseparáveis , Amir e Hassan, este subserviente, fazia tudo pelo amigo, inclusive o defendia nas brigas de rua. Amir era covarde e se aproveitava da falta de estudos de Hassan. Também sentia ciúmes quando seu baba (pai) parecia mais orgulhoso do comportamento de Hassan do que das atitudes dele seu próprio filho. 
Amir e Hassan foram amamentados pela mesma mulher e viveram a mesma infância de brincadeiras, filmes e personagens na Cabul dos anos 70. Mas enquanto Amir era filho de um homem rico e muito respeitado entre os afegãos, Hassan era o filho do empregado da casa de Amir. 
O grande pecado de Amir foi a sua omissão e covardia para com Hassan.

Envolvente do inicio ao final.


" Se deixe conquistar pelo prazer da leitura'







A morte não é a maior perda da vida;
A maior perda da vida é o que morre dentro de nós quando estamos vivos.

"Dalai Lama"

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Homenagem a minha filha!


Hoje ao abrir os olhos como sempre agradeci,
por este precioso presente, você na minha vida existir!

Na longa estrada da vida teria me perdido,
se não tivesse o amor deste anjo bom
que Deus em sua infinita sabedoria em meu caminho colocou.

Estrada que com amor, você procura aplanar
os pedregulhos retirar, na preocupação de me poupar.

Mesmo se privando, em alguns momentos se fragilizando,
segurando sentimentos e emoções, forte se mostrando, 
para não me preocupar.

Teu sentimento de amor, dar forças pra ser quem eu sou,
uma mulher que se supera a cada dia,
sabedora que minha felicidade é tua alegria.

Quando me sinto fraquejar, logo me ponho a pensar
nesta menina mulher de coragem,
 em quem eu sempre vou me inspirar.

Obrigado Erika, por você ser quem você é: 
Grande ser humano, de amor, ternura, carinho, determinação
otimismo, compreensão e fé.


                                   Parabéns!! Que tua vida seja de eternas alegrias.

                                                 Com amor desta que te ama


                                                              Sua Mama

                                                             9/08/1011


domingo, 31 de julho de 2011

Pensamento


O elixir da juventude é estar de bem com a vida... é estar de bem com você...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Pensamento


Felicidade também são os pequenos momentos em que nos permitimos fazer o outro feliz”

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Janett Morais " Escritora": Dia do Escritor

Janett Morais " Escritora": Dia do Escritor: "Saúdo a todos aqueles que se realizam através do prazer de escrever, e corajosamente expõem seus sentimentos e pensamentos, dando corpo a fa..."

Dia do Escritor

Saúdo a todos aqueles que se realizam através do prazer de escrever, e corajosamente expõem seus sentimentos e pensamentos, dando corpo a fantasia da sua imaginação.
Que as portas das oportunidades se multipliquem para abrir passagem para aqueles que ainda não tiveram a chance de ver os seus trabalhos publicados.

Parabéns Escritor!!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Mais nada a fazer



“Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue;outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho…o de mais nada fazer.”
                                                    Clarice Lispector 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Sabedoria para administrar
as inquisições de uma voz
que vem do interior.

Quando com este eu me indago
sem respostas divago
para não me maltratar (...)

Em uma fuga veloz
descarto os momentos
em que é perigoso dialogar

Sabedoria para saber esquivar
(...) o eu alegre, do eu a chorar.


            Janett Morais

terça-feira, 12 de julho de 2011

FOI NA PRAÇA NOVA

Foi na praça nova que ensaiei

meus primeiros passos sozinha...
Caminhando pela praça pensei,
me libertar daquele medo que tinha.

Nos primeiros dias sentia,
aquilo que se chama fobia...
Via o mundo todo a me olhar
tinha ímpetos de parar de andar.

Acordando meu herói, busquei
a força para poder continuar.
Tinha que esquecer as muletas
para reaprender a caminhar.

Foi na praça nova que vi
uma linda criança brincar.
Ela sacudia as perninhas
no balanço a balançar.

naquela visão de liberdade senti,
uma alegria me preencher
de uma feliz e boa sensação,
que eu estava a renascer.

Fui acelerando meus passos
a todos que vi, dei “ bom dia”
com a doce e pura certeza
que a vida me sorria!

Vi uma linda lavadeira,
mais na frente saltitar...
Depois voar alegremente
parecendo me saldar.

foi na praça nova que vi,
como é que a vida passa,
a diferença de um povo,
gente alegre, gente sem graça

foi ai que aprendi,
que tudo pode acontecer,
quando está em seu destino
não adianta se esconder.

Foi também que descobri
que o medo mora ali,
dentro de quem o alimenta
com a dor e a tormenta.

Fechei a porta para ele,
proibindo a sua entrada,
aqui dentro de mim,
não é mais a sua morada.

Foi na praça nova que senti,
a importância do saber viver,
sem escoras, sem muletas,
vivendo só por viver...


                       Janett Morais